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		<title>Loteamento Quinta da Mesura</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 17:14:00 +0000</pubDate>
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		<title>Loteamento Anabá</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 17:03:52 +0000</pubDate>
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		<title>Empr. Turistico Praia de Quiaios</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 16:43:24 +0000</pubDate>
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		<title>Loteamento Quinta da Tapada</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 16:28:43 +0000</pubDate>
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		<title>Loteamento Penedo da Meditação</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 16:05:44 +0000</pubDate>
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		<title>Loteamento Quinta das Cruzes</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 09:23:44 +0000</pubDate>
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		<title>Loteamento das Granjeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[usertorricentro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 16:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliária]]></category>
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		<title>Mercados de Retalho da Europa Central e de Leste caminham para a reestruturação e recuperação</title>
		<link>https://www.torricentro.pt/mercados-de-retalho-da-europa-central-e-de-leste-caminham-para-a-reestruturacao-e-recuperacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[usertorricentro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Jones Lang LaSalle divulgou, durante o MAPIC, o relatório "CEE Retail in 3D", um documento que analisa os efeitos da crise económica e a forma como os investidores, promotores e retalhistas estão a planear as suas actividades, actuais e futuras, na Polónia, República Checa, Eslováquia, Hungria e Roménia ( «CEE5» - identificados como os cinco principais países da Europa&#160;<a href="https://www.torricentro.pt/mercados-de-retalho-da-europa-central-e-de-leste-caminham-para-a-reestruturacao-e-recuperacao/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify; color: dimgray;">
A Jones Lang LaSalle divulgou, durante o MAPIC, o relatório "CEE Retail in 3D", um documento que analisa os efeitos da crise económica e a forma como os investidores, promotores e retalhistas estão a planear as suas actividades, actuais e futuras, na Polónia, República Checa, Eslováquia, Hungria e Roménia ( «CEE5» - identificados como os cinco principais países da Europa Central e de Leste).De acordo com a consultora imobiliária, a publicação refere que, ainda que não tenham ficado imunes aos efeitos da crise económica, "as economias destes 5 países deverão crescer e aumentar o seu ritmo a partir de 2010".</p>
<p>"As previsões económicas de médio-prazo sugerem que as taxas de crescimento dos referidos países serão mais elevadas do que as registadas na Europa Ocidental. Apesar de, em média, as vendas de retalho na CEE5 poderem estar em queda, em alguns mercados (incluindo a Polónia e a Roménia) a situação permanece ainda relativamente saudável. A estabilidade das divisas locais face ao Euro (à excepção da Eslováquia, que adoptou a moeda comum a 1 de Janeiro de 2009) continuará a desempenhar um papel de relevo na operação das redes de retalho".</p>
<p>Beatrice Mouton, Directora de Retail Leasing and Consulting da Jones Lang LaSalle na Europa Central e de Leste, comenta: "É, sem dúvida, um período complicado para muitos players de retalho, contudo, os mercados da CEE5 fizeram já um longo percurso e acreditamos que terão igualmente um futuro promissor. O cliente padrão na CEE5 está cada vez mais sofisticado e pretende ter acesso a marcas e produtos que os consumidores da Europa Ocidental estão já a usufruir nos seus respectivos mercados. Desta forma, os mercados CEE5 deverão crescer no médio e longo prazo e permanecerão atractivos quer para insígnias nacionais, quer internacionais".</p>
<p>Kevin Turpin, Head de Research da Jones Lang LaSalle na Europa Central e de Leste (ECL), comenta: "No que respeita à promoção de novos projectos e à expansão de projectos existentes, estimamos que se tenha verificado uma redução de cerca de 30% (equivalente a aproximadamente 2 milhões de m²) no pipeline de centros comerciais, face a igual período do ano passado em toda a CEE5. Esta situação deve-se, em parte, à falta de financiamento disponível e às dificuldades em assegurar o número suficiente de inquilinos em contratos de pré-arrendamento, de forma a satisfazer requisitos bancários mais rígidos, antes ainda do financiamento à promoção estar garantido. A crise tem, contudo, atrasado ou evitado uma situação de potencial excesso de oferta, particularmente em algumas cidades onde a oferta é já bastante elevada".</p>
<p>Agata Sekula, Directora de Retail Capital Markets da Jones Lang LaSalle na ECL, afirma: "Acreditamos que o interesse dos investidores está a aumentar e a tornar-se mais activo no que respeita à procura de oportunidades de retalho na região, mas com um claro enfoque nas características dos activos de retalho. Uma análise completa da localização, área de influência, tenant mix, concorrência, histórico de performance, rendas e sustentabilidade dos inquilinos é realizada ainda antes de ser oficialmente anunciado o interesse no activo. Com uma maior liquidez a emergir lentamente de uma série de bancos, acreditamos que o investimento em imobiliário de retalho na ECL está bem posicionado para reanimar nos próximos 12 meses".
</p></div>
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		<title>Novo Código Contributivo pode agravar custos das empresas</title>
		<link>https://www.torricentro.pt/novo-codigo-contributivo-pode-agravar-custos-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[usertorricentro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP) organizou ontem um debate sobre o novo Código Contributivo, um documento que o vice-presidente da organização diz que pode agravar os custos e a falta de competitividade das empresas.Com a entrada em vigor da nova legislação, em Janeiro de 2010, "os custos de produção vão aumentar, o que obrigará a que&#160;<a href="https://www.torricentro.pt/novo-codigo-contributivo-pode-agravar-custos-das-empresas/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify; color: dimgray;">
A Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP) organizou ontem um debate sobre o novo Código Contributivo, um documento que o vice-presidente da organização diz que pode agravar os custos e a falta de competitividade das empresas.Com a entrada em vigor da nova legislação, em Janeiro de 2010, "os custos de produção vão aumentar, o que obrigará a que o preço final seja revisto. Isto poderá afectar a competitividade das nossas empresas e tornar os nossos produtos ainda menos competitivos", disse à Lusa o vice-presidente da ANEOP, Manuel Agria.</p>
<p>O novo código define que as empresas contratantes de serviços prestados por empresários em nome individual ou por trabalhadores independentes (recibos verdes) deverão passar a pagar à Segurança Social cinco por cento, o que não agrada às empresas, que até agora não faziam este pagamento.</p>
<p>Já os contratos a prazo terão um agravamento de três por cento na Taxa Social Única.</p>
<p>No entanto, este agravamento da Taxa Social Única em função do vínculo contratual só entrará em vigor em Janeiro de 2011.</p>
<p>A nova legislação prevê ainda o alargamento, de forma faseada, da base de incidência remuneratória que é taxada para a Segurança Social, o que implica que determinados subsídios e remunerações acessórias passem a ser taxadas, nomeadamente as ajudas de custo ou as viaturas de serviço que podem ser usadas para efeitos pessoais.<br />
Construtoras deverão passar a recorrer menos ao 'outsourcing'</p>
<p>As construtoras deverão recorrer menos à contratação de serviços em regime de 'outsourcing' com a entrada em vigor do novo Código Contributivo, afirmou o vice-presidente da a Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP).</p>
<p>Esta nova regra "pode reduzir" o recurso à contratação de serviços em regime de 'outsourcing' por parte das construtoras, "porque as empresas sabem que vão pagar um preço adicional sobre a prestação de serviços", explicou o vice-presidente da ANEOP, Manuel Agria.</p>
<p>O vice-presidente da ANEOP sublinhou ainda que a maioria das empresas de construção e obras públicas apenas faz a gestão da obra e dos contratos, ficando a execução a cargo de trabalhadores contratados em regime de 'outsourcing'.
</p></div>
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		<title>Industria Cerâmica Portuguesa lança campanha internacional</title>
		<link>https://www.torricentro.pt/industria-ceramica-portuguesa-lanca-campanha-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[usertorricentro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Portuguesa da Industria de Cerâmica (APICER) apresenta hoje no Palácio da Cruz Vermelha, em Lisboa, uma campanha de marketing internacional do sector, dirigida aos países árabes e PALOP. A iniciativa conta com o apoio de cem personalidades portuguesas do mundo empresarial, cultural político e académico, entre as quais se destacam nomes como Mário Bettencourt Resendes, António José Teixeira,&#160;<a href="https://www.torricentro.pt/industria-ceramica-portuguesa-lanca-campanha-internacional/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify; color: dimgray;">
A <a href="http://www.apicer.pt/" target="_blank">Associação Portuguesa da Industria de Cerâmica</a> (APICER) apresenta hoje no <a href="http://www.cruzvermelha.pt/palacio" target="_blank">Palácio da Cruz Vermelha</a>, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa" target="_blank">Lisboa</a>, uma campanha de marketing internacional do sector, dirigida aos países árabes e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Africanos_de_L%C3%ADngua_Oficial_Portuguesa" target="_blank">PALOP</a>.</p>
<p>A iniciativa conta com o apoio de cem personalidades portuguesas do mundo empresarial, cultural político e académico, entre as quais se destacam nomes como Mário Bettencourt Resendes, António José Teixeira, Margarida Mercês de Mello, António Pedro Vasconcelos, Garcia Leandro, António Ponces de Carvalho, José Fanha, Senhor Dom Duarte, Maria Belo, Elza Pais e Carmo Pólvora, entre outros, revelou em comunicado a APICER.</p>
<p>"As individualidades citadas assumem nesta campanha o estatuto de embaixadores da cerâmica portuguesa, colaborando em várias acções institucionais a realizar."</p>
<p>A mensagem institucional a transmitir passa por enquadrar "a cerâmica como um produto de alto valor simbólico e cultural, desenvolvido ao longo de séculos da história portuguesa, o qual concilia actualmente modernas tecnologias com uma forte tradição histórica."</p>
<p>Segundo o mesmo documento, "a indústria cerâmica encontra na internacionalização para os países lusófonos e mundo árabe uma grande oportunidade estratégica, face ao momento actual de recessão económica."</p>
<p>"A indústria cerâmica portuguesa representa 1,58% do total das exportações nacionais de bens, 1,7% do volume de negócios da indústria transformadora e 2,7% do respectivo VAB. A sua actividade contribui favoravelmente para a balança comercial, com um saldo de comércio internacional positivo, que em 2008 atingiu os 401 milhões de euros."</p>
<p>"Globalmente, as exportações de produtos cerâmicos nacionais representam cerca de 48,4% do respectivo volume de negócios", sublinha a mesma fonte.
</p></div>
<div class="content-page"></div>
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